O pouso de teus olhos
faz dos meus cativos
neles me demoro - na luz
sem desvios, me ancoro
a rua alerta nos denuncia
e rimos, da nossa pura alegria
enlouquecidos nas mãos livres
de nosso desejo - que pelo vidro se via!
- se almas se encontram
se rimas se fazem
a água corre límpida,
translúcida e liberta
e até no meio do caos,
o canto dessas horas ingeridas
apazigua as tormentas sofridas
e reluz toda pena que vale! -
vivi, vivemos!
Ivonefs (25/01/08)
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