sábado, 15 de janeiro de 2011

Danço

era uma correnteza estranha. minha voz perturbada. um clamor inútil. ele me negava. quando eu sentia seu desejo latejava. punia-me como quem não sabe da linhas traçadas em sangue. coroa de espinhos. para sempre danço consigo em sua hora mais íntima minha presença...

Um comentário:

Leonardo B. disse...

[nunca solitária a dança, entre palavras, escadas, corrimão da voz que se acena, se entranha]

um imenso abraço,

Leonardo B.