quarta-feira, 3 de março de 2010

seja feita a nossa vontade

clareia, dia!
oh dia!
que eu te leve pelas mãos e não pela barriga

clareia, dia!
a caneta ou o teclado dos poetas
que ao menos um soco eu leve
e com um olho roxo te enxergue

que não sejas mais um
café - desjejum
almoço com hora determinada
jantar obrigando salada

clareia, dia!
oh dia!
que sejas de fato novo!

2 comentários:

José Ferreira disse...

Amém

já é um novo dia
sim, lindo dia!
rezo meu Pai-Nosso...

é sol a pino
sinto tuas mãos em minha mãos
a escrever um poema
com traços de angústia

Talvez seja eu um tropeço
sem preço, sem hora marcada
sem ponto final

enfim, esperemos
por mais um nascer do sol

(José Ferreira)

penanegra disse...

amém!
=D
bjos Iv!
(gostei das reflexões)