terça-feira, 14 de agosto de 2007

Quando chegares

Quando chegares
Diga meu nome
Molha minha boca com a sua
E no toque de suas mãos
Revela-me teus segredos
Embrenhe-se em meu íntimo
Serei toda desenvolta
Aos teus olhos incandescidos
Revire meus ângulos
Arranca meus gemidos
Mas segure a hora
- A demora torna a fome fera
Quando chegares
Não diga meu nome
Vem, me devora
como ceva rara.

2 comentários:

Edson Marques disse...

.


Devorarte-ei.


Devo orar-te!


Abraços, flores, estrelas..


.

Anônimo disse...

Deliciosa ambigüidade!

Sim/não

Não/sim