segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Manipulação

Não temo a fome que assola
Nem a falta de educação
A adulação amola
Revigora a regressão

É sabido, nem é dito
A água do rio flui no seu ritmo
Vence pedras, se molda
É o mar seu destino bendito

Elevados a imaginários deuses
Vereis ruir tua êfemera vontade
Posto que incontrolável é o fado
- Almejai como a água almeja o mar...

Solo sáfaro
Nada em ti nascerá.

2 comentários:

Edson Marques disse...

Ivone,


Você encanta com teus poemas.


Fujamos, então, do solo sáfaro!



Abraços, flores, estrelas..

.

Anônimo disse...

Bonita palavra!
Não no sentido.